dia de campo

a
Esqueceu a senha?
Quero me cadastrar
     27/04/2017            
 
 
    
Sanidade Vegetal      
Doenças fúngicas no milho preocupam em MT
Aprosoja faz recomendações para a necessidade de uso de fungicidas específicos
Comente esta notícia Envie a um amigo Aponte Erros Imprimir  
Aprosoja
14/03/2016
 
A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) produziu nesta semana Informe Técnico, número 112/2016, sobre o controle químico de doenças fúngicas no milho. A orientação, realizada pela Diretoria Técnica, atende demanda dos próprios produtores rurais, via Comissão de Defesa Agrícola, que desejavam entender melhor o efeito dos fungicidas para cada tipo de fungo em suas lavouras.
 
“O foco principal deste Informe é o controle químico, já que o produtor quer saber o que aplicar, quando e em que dosagem. Alguns grupos de fungicidas tem especificidade de controle, outros têm amplo aspecto de ação. Entramos em contato com a Embrapa Milho e Sorgo para que fossem validadas as informações contidas e ali estão elencadas as que funcionam para cada tipo ou grupo de doença, além de todos os registros autorizados para o milho presentes no mercado. Sabemos que doenças fúngicas no milho não são uma problemática unânime, nem todos têm problemas, ainda assim, elas precisam ser identificadas e realizado o manejo específico”, explica o analista de Defesa Agrícola, Eduardo Vaz.
 
Atualmente, de acordo com dados do primeiro Circuito Tecnológico – Etapa Milho, realizado em 2014, a incidência, de fato, não é alta. De 119 propriedades rurais visitadas, 61 não sinalizaram problemas com a ocorrência de doenças, o que corresponde a 51,2% do total.
 
“No entanto, mesmo os que relataram que não têm problemas com doenças, 46% deste total fazem pelo menos uma aplicação de fungicida, de maneira preventiva. Sabemos que na cultura do milho, é raro a realização de MID (Manejo Integrado de Doenças), mas ao menos hoje em dia é comum que os produtores realizem em média duas aplicações. Há três safras isso não era comum. A realidade vem mudando”, diz Vaz.
 
O analista ressalta, ainda, que o controle químico é apenas um dos aspectos que o produtor deve levar em consideração para a tomada de decisão. “Neste informe, por ser direcionado ao controle químico, vale ressaltar que a escolha de híbridos resistentes e um bom manejo de solo das culturas antecessoras irão reduzir sobremaneira a necessidade de intervenção química”, alerta.
 
O Informe Técnico pode ser acessado aqui.
Aviso Legal
Para fins comerciais e/ou profissionais, em sendo citados os devidos créditos de autoria do material e do Jornal Dia de Campo como fonte original, com remissão para o site do veículo: www.diadecampo.com.br, não há objeção à reprodução total ou parcial de nossos conteúdos em qualquer tipo de mídia. A não observância integral desses critérios, todavia, implica na violação de direitos autorais, conforme Lei Nº 9610, de 19 de fevereiro de 1998, incorrendo em danos morais aos autores.
Ainda não existem comentários para esta matéria.
Para comentar
esta matéria
clique aqui
sem comentários

Conteúdos Relacionados à: Fungos
Palavras-chave

 
18/04/2017
IV Congresso Brasileiro de Bioética e Bem-estar Animal
Porto Alegre - RS
01/05/2017
Agrishow 2017
Ribeirão Preto - SP
16/05/2017
AgroBrasília 2017
Brasília - DF
29/08/2017
11º Congresso Brasileiro do Algodão
Maceió - AL


 
 
Palavra-chave
Busca Avançada