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Clima  
RS: Desenvolvimento da soja é considerado bom frente às condições meteorológicas
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Taline Schneider, Emater/RS-Ascar
12/01/2018

As lavouras de soja começam a avançar com mais intensidade na fase produtiva, que atinge 25%. Outros 5% já apresentam formação de vagens. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (11/01), até o momento o desenvolvimento das lavouras é considerado bom face às condições meteorológicas registradas, com chuvas abaixo da média para o período em praticamente todas as regiões do Estado, com exceção da parte Nordeste (Serra e Campos de Cima da Serra).

A não ocorrência de chuvas significativas nos últimos 15 dias começa a preocupar os sojicultores, tendo em vista que grande parte das lavouras começa a entrar justamente na fase crítica quanto à necessidade de água, com previsão de chuvas irregulares para o trimestre janeiro/fevereiro/março.

Já a cultura do milho está com 25% em desenvolvimento vegetativo, 15% em floração, 30% em enchimento de grãos, 20% em maturação e 10% já está colhida. As produtividades médias obtidas até o momento têm se situado dentro do esperado. As lavouras destinadas à produção de silagem também apresentam bons rendimentos e a colheita atinge 31% da área cultivada.

A atenção dos produtores está voltada para os 40% da área plantada que ainda se encontram em desenvolvimento vegetativo e floração. A persistência de um tempo mais seco poderá trazer consequências negativas à cultura. O receio é que nestas áreas os rendimentos não alcancem os níveis de anos interiores.

Apesar da pouca chuva nas principais regiões produtoras de arroz, que se localizam na metade Sul do Estado, as lavouras continuam apresentando boa evolução. No momento, 15% delas estão em floração, apresentando bom padrão de desenvolvimento. O mesmo cenário se observa, com raras exceções, nas lavouras que estão em desenvolvimento vegetativo, beneficiadas com as altas temperaturas e disponibilidade de água para irrigação.

Em casos isolados, as baixas temperaturas registradas durante as madrugadas interferiram de forma negativa na fase de germinação de algumas áreas, resultando em lavouras desuniformes e com talhões sem cobertura vegetal.

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