A Cadeia produtiva do Caju como Modelo para o Desenvolvimento Sustentável no Assentamento Che Guevara, Estado do Ceará

A principal atividade produtiva no Assentamento Che Guevara é agricultura, destacando-se a exploração de cajueiro em uma área com 165 hectares, visando à produção de amêndoa de castanha de caju, cajuína e ração para ruminantes

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A principal atividade produtiva no Assentamento Che Guevara é agricultura, destacando-se a exploração de cajueiro em uma área com 165 hectares, visando à produção de amêndoa de castanha de caju, cajuína e ração para ruminantes. Nesse sentido, foram instaladas três unidades de processamento denominadas de mini-fábricas, a primeira para processamento da castanha de  caju, a segunda para processamento do pedúnculo visando seu aproveitamento para sucos, polpas e cajuína e a terceira para a fabricação de ração a partir do resíduo do processamento do caju. Ambas as unidades já se encontram em pleno funcionamento gerando trinta e quatro empregos diretos. As mini-fábricas incorporam novos avanços em equipamentos e processos, permitindo obter amêndoas inteiras e alvas em maior proporção e com melhor qualidade. A obtenção de sucos, polpas e cajuína com elevado grau de pureza e qualidade, além do aproveitamento do bagaço do caju para a produção de ração para ruminantes. Tudo isso possibilita a inserção de pequenos e médios produtores na cadeia produtiva do caju, com níveis de processamento adaptados às condições de pequenas e médias escalas de industrialização. A implantação do sistema de mini-fábrica incentiva pequenos e médios produtores de  castanha,  através de associações, cooperativas e suas representações, gerando empregos para as comunidades nas etapas de plantio, tratos culturais, colheita, processamento da castanha e na comercialização dos produtos obtidos no seu processamento.