Este trabalho objetivou discutir as possibilidades e limitações da educação no campo. O ensino agroecológico tem sido um dilema para os agricultores, pois a política para a educação rural não habilita seus familiares, nem os qualifica para os empregos nas cidades. O texto baseou-se em revisão bibliográfica, a partir de discussões ocorridas na UFPR, em 2000. Necessita-se de escolas que ofereçam a teoria e a prática, fazendo destes estudantes portadores de conhecimento científico e saber popular, incluindo-os no processo de “modernização e libertação do campo”. Formando cidadãos reflexivos e conscientes das necessidades para a preservação do homem no campo, do meio ambiente, e que saibam administrar o seu patrimônio, melhorando a qualidade de vida. É importante que o educador em conjunto com o homem do campo promova a sua libertação, de modo que este último possa decidir por si próprio o seu destino: a cidade, o campo, ou ambos.
A Educação Rural em Agroecologia como Ato Reflexivo para Promover a Libertação do Homem do Campo
Este trabalho objetivou discutir as possibilidades e limitações da educação no campo
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