A Deltapine, marca mundial de algodão da Monsanto, lança, no 8° Congresso Brasileiro de Algodão, que acontece de 19 a 22 de setembro, no Expo Center Norte, na capital paulista, um algodão transgênico que, além de simplificar o dia a dia do produtor, com facilidade de manejo e melhor produtividade, diminui no número de aplicações de inseticidas e outros agroquímicos, beneficiando o meio ambiente. A Tecnologia Bollgard RR™ confere ao algodão o controle de três importantes pragas que atacam a cultura e tolerância aos herbicidas à base de glifosato.
“A Tecnologia Bollgard RR™ garante maior presença de insetos benéficos nas lavouras de algodão, assim como de outros animais. Além disso, por requerer menos aplicações de inseticidas, traz menor contaminação de cursos d’água, e, pela diminuição no uso de maquinários para aplicações, menor poluição do ar. A diminuição no uso de produtos para combater as lagartas e plantas daninhas também permite que menos embalagens sejam recolhidas no campo. Assim, ele é altamente benéfico para o meio ambiente”, revela Luiz Márcio Bernardes, gerente de Marketing e Estratégia de Algodão da Monsanto do Brasil.
Impacto nas lavouras
O algodoeiro é intensamente afetado por insetos-pragas que causam danos às plantas e um significativo impacto na produtividade das lavouras. Para o controle dessas pragas, são utilizados inseticidas químicos em pulverizações sobre a cultura. “A nova tecnologia permite que pelo menos três aplicações de inseticidas, necessárias para o controle dessas lagartas, deixem de ser feitas”, afirma Bernardes.
Isso porque a Tecnologia Bollgard RR™ expressa a proteína Cry1AC, oriunda do Bacillus thuringiensis (Bt), que protege a planta contra certos lepidópteros (espécies que atacam a cultura), como o curuquerê do algodoeiro (Alabama argillacea), a lagarta-da-maçã (Heliothis virescens) e a lagarta rosada (Pectinophora gossypiella). “O Bt é uma bactéria encontrada naturalmente no solo e que, por sua ação inseticida, é utilizada na agricultura orgânica há décadas”, completa.
O controle de plantas daninhas na cultura do algodoeiro é um processo complexo. Essas plantas daninhas competem intensamente com o algodão por água, luz e nutrientes, causando perdas em produtividade por matocompetição. “A Tecnologia RR (Roundup Ready®) confere tolerância ao herbicida glifosato, permitindo seu uso sobre a planta do algodoeiro depois que nasce, sem afetá-la”, informa o gerente. A proteína CP4 EPSPS, a mesma presente na soja Roundup Ready®, confere tolerância contra a ação do herbicida glifosato, permitindo seu uso sobre a cultura.
Orientação para o campo
Durante todo o 8° Congresso Brasileiro de Algodão, promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), engenheiros agrônomos da empresa estarão à disposição dos cotonicultores não só para apresentar o algodão transgênico, mas, principalmente, orientá-los sobre como usá-lo melhor em suas regiões, dentro de suas realidades.
O algodão resistente a insetos e tolerante ao glifosato já foi liberado para plantio na Austrália, Argentina, Colômbia, Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul, México, Filipinas e África do Sul.
Sobre o glifosato
O glifosato é um herbicida utilizado com sucesso em todo o mundo, classificado como de baixa toxicidade para o ser humano e que contribui para o Sistema Plantio Direto. Tal prática promove controle da erosão, redução da compactação do solo, aumento de fertilidade, preservação de recursos hídricos, economia de combustível e máquinas com consequente redução das emissões de gás carbônico.
Roundup®, herbicida da Monsanto à base de glifosato, é o único utilizado na reserva ecológica de Galápagos e para controle de plantas daninhas em patrimônios da humanidade como Pompeia, na Itália. Roundup® também foi fornecido pela Monsanto para a restauração da Baía Willapa, em Washington (EUA) – hábitat natural de aves e organismos marítimos – que estava sofrendo severos danos por plantas invasoras.
Serviço
8º Congresso Brasileiro de Algodão
Quando: 19 a 22 de setembro de 2011
Local: Expo Center Norte – São Paulo, SP
Sobre a Monsanto
A Monsanto é uma empresa dedicada à agricultura. Pioneira no desenvolvimento de produtos com tecnologia de ponta na área agrícola – herbicidas, sementes convencionais e geneticamente modificadas –, a Monsanto busca soluções sustentáveis que proporcionem aos agricultores produzir mais, conservar mais e melhorar vidas. Para isso, investe anualmente mais de US$ 1 bilhão em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, e compartilha seu conhecimento com produtores para ampliar o seu acesso a modernas tecnologias agrícolas, especialmente em países pobres e em desenvolvimento.
A Monsanto está presente no Brasil desde 1963. Em 2010, destinou R$ 6 milhões à sustentabilidade com diversos projetos socioambientais em todo o País, realizados em 90 cidades, de 12 estados brasileiros. Mais de 200 mil pessoas foram beneficiadas. Além da distribuição gratuita de 60 mil livros, também foram realizadas 200 palestras sobre conscientização ambiental e plantadas 2,2 mil árvores, com a participação de 30 mil crianças de todas as regiões do país.
A Monsanto faturou R$ 2,048 bilhões no Brasil em 2010, produzindo e comercializando a linha de herbicidas Roundup, sementes de soja convencional (Monsoy) e geneticamente modificada (Roundup Ready®), sementes convencionais e geneticamente modificadas de milho (Agroeste, Sementes Agroceres e Dekalb), sementes de sorgo, algodão (Deltapine) e, ainda, sementes de hortaliças (Seminis e De Ruiter). Em novembro de 2008, passou a atuar no mercado de cana-de-açúcar, com a aquisição das empresas Canavialis e Alellyx, do Grupo Votorantim. Em fevereiro de 2009, a Monsanto adquiriu os 49% restantes da MDM, reforçando sua posição no mercado de algodão.