Colheita e qualidade física de sementes de milho

Unesp e Universidade Federal de Lavras relacionam efeitos da colhedora, da velocidade de colheita e do ponto de coleta de amostras de sementes de milho no que diz respeito à qualidade física do produto

Redação
Sementes e Mudas

Em estudo da Unesp e da Universidade Federal de Lavras, relacionaram-se os efeitos da colhedora, da velocidade de colheita e do ponto de coleta de amostras de sementes de milho no que diz respeito à qualidade física desse produto.

Para tanto, foram coletadas e analisadas sementes de milho da cultivar Pioneer 3021, em março de 2007, na Fazenda São Pedro, município de Sacramento (MG), quando para a colheita foram operadas uma New Holland TC 57, ano 2001, e uma New Holland TC 59, ano 2000.

A coleta de sementes ocorreu no tanque graneleiro e na saída do tubo de descarga, sendo que ambas colhedoras operaram com velocidades em torno de quatro e cinco quilômetros por hora. Após a coleta, foram procedidas análises de lotes de sementes, quanto a impurezas, danos e quebras do produto.

Pela avaliação da pesquisa, concluiu-se que a melhor qualidade física das sementes de milho é obtida quando é utilizada a colhedora TC 57, com a menor velocidade (quatro quilômetros por hora), concomitantemente à retirada das sementes na saída do tubo de descarga.