O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), a Seagri (AL) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) desenvolveram trabalho com o objetivo de avaliar o comportamento de 22 materiais de sorgo forrageiro, sob condições de sequeiro e de irrigação.
A pesquisa foi realizada em 2007, em bases físicas do IPA, em Caruaru e São Bento do Una; da Seagri (AL), em Santana do Ipanema e Igací, e da EMPARN, em Apodí e Canguaretama. Os plantios obedeceram ao cronograma do período das chuvas de cada ambiente.
A adubação de fundação utilizada foi 30 quilos de nitrogênio por hectare; 80 quilos de fósforo por hectare; e 30 quilos de potássio por hectare, empregando-se a uréia como fonte de nitrogênio, super fosfato triplo e cloreto de potássio, respectivamente. Aproximadamente 30 dias após a semeadura, foi realizada uma capina para manter a cultura sem a concorrência de invasoras. Aos 5 e 40 dias após as capinas, foram realizadas mais duas adubações de cobertura, respectivamente, com 30 e 30 quilos de nitrogênio por hectare; e 20 e 10 quilos de potássio por hectare. O delineamento experimental usado foi o de blocos ao acaso, com 20 tratamentos e 3 repetições.
Um dos resultados do estudo foi que houve diferenças significativas entre as cultivares de sorgo forrageiro para a produção de massa seca, com variação entre 2,0 toneladas por hectare e 26,1 toneladas por hectare.
Conforme os pesquisadores envolvidos na avaliação, a análise conjunta do experimento permitiu observar que as cultivares 2; 5; 13 e 14 apresentaram os maiores rendimentos de massa seca, com consequente eficiência no uso de água.
Comportamento de cultivares de sorgo forrageiro em ambientes do semiárido nordestino
O IPA, a Seagri (AL) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) desenvolveram trabalho com o objetivo de avaliar o comportamento de 22 materiais de sorgo forrageiro, sob condições de sequeiro e de irrigação.
Redação
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