Pesquisadores da Fundação MS realizaram na safra 2008/09 dois experimentos nas cidades de Maracaju e Sonora, no estado do Mato Grosso do Sul. O objetivo era testar a eficiência de híbridos Bt no controle e a aplicação de inseticida para o controle da praga.
De acordo com o artigo publicado pela Fundação, ao total foram utilizados sete híbridos Bt, além dos híbridos convencionais (com a mesma carga genética, sem o gene Bt) que completam no total 14 híbridos (com e sem aplicações de inseticidas).
Os híbridos testados foram: AG7000, AG7000YG, DKB350, DKB350YG, DKB390, DKB390YG, AG8088, AG8088YG, AS1551, AS1551YG, P30F80, P30F80YG, Impacto e ImpactoTL. Nos experimentos observou-se que, quanto ao porte das plantas, alguns híbridos apresentaram grandes variações no comportamento entre o material Bt e com a mesma carga genética, sem o gene Bt.
Para os pesquisadores, essa diferença é menor quando se realiza a aplicação de inseticidas. Porém, em outros híbridos encontram-se apenas a diferença nos danos ocasionados pela praga, mesmo nas parcelas não aplicadas.
Quanto à eficiência de controle entre os híbridos Bt, também foram encontradas diferenças, sendo necessário o monitoramento. Por fim, os pesquisadores constataram que a tecnologia não elimina a praga devido a constatação da presença da lagarta-do-cartucho em plantas de milho Bt. A Fundação MS ressalta que encontrou eficiência no controle da praga através dos híbridos transgênicos testados, mantendo assim a população da praga-alvo em baixa incidência e severidade de danos abaixo do nível de controle.
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