Dedicada a apressar a produção tecnológica no segmento de enzimas e microorganismos aplicados à geração de etanol de segunda geração e outros biocombustíveis, uma cooperação técnica começa a ser acertada entre a Embrapa e a Novozymes. Durante uma reunião entre as partes, no último dia 29, foram discutidas múltiplas possibilidades de parceria nas áreas de biotecnologia, controle biológico, alimentos e rações animais. Chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Agroenergia, Esdras Sundfeld conta que o próximo encontro deverá ocorrer em meados de setembro, já para definir os temas específicos a serem avaliados em parceria.
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— Procuramos conhecer mutuamente a atuação de cada uma das instituições. Demonstramos as nossas linhas de atuação e os temas sobre os quais temos interesse em compartilhar, dentro das várias unidades da empresa. A Novozymes também apresentou seus projetos e segmentos de interesse. No entanto, concluímos que há necessidade de se fazer uma priorização, porque seria inviável começar um trabalho conjunto numa diversidade de temas tão grande. Agora, vamos esperar o término das férias na Europa, onde se localiza a maior parte das instalações da multinacional, para retomar o projeto — comenta o engenheiro
Doutor em engenharia de alimentos, ele afirma que a grande vantagem da iniciativa está em unir o alto padrão de protocolos globais de atuação da Novozymes, à pró-eficiência de ferramentas da Embrapa para equipar o agronegócio nos climas tropicais. Sundfeld acredita nesse potencial de complementaridade de informações entre as empresas para buscar a obtenção de novos conhecimentos científicos, que beneficiarão direta e indiretamente o setor produtivo no Brasil e no mundo.