Conhecer o Escore de Condição Corporal (ECC) do rebanho contribui para a tomada de decisões do produtor, seja de bovinos de corte ou de leite, bubalinos, ovinos e caprinos. Nesse método, estima-se o estado nutricional dos animais por meio de avaliação visual e/ou tátil e representa uma ferramenta importante de manejo.
De interesse zootécnico, a estimativa do estado nutricional dos ruminantes por meio da avaliação da condição corporal classifica os animais em função da cobertura muscular e da massa de gordura, que ajudam nas medidas de impacto na produção e nos custos do empreendimento pecuário, como nos ajustes das épocas de desmamar as crias ou a definir quando e quanto suplementar a dieta de matrizes.
Dessa forma, também é uma forma rápida, prática e barata, que reflete as reservas energéticas dos animais e serve como auxiliar na indicação de práticas a serem adotadas no manejo nutricional do rebanho.
É o profissional treinado que analisa o escore, obtido mediante avaliação visual e tátil (palpação) do animal. Há diferentes escalas de escores, as quais variam no conceito, na topologia dos pontos de observação e na espécie animal à qual são aplicados. Muitos avaliam o animal em uma escala que varia de muito magro a um estado maior que gordo. De acordo com autores, quaisquer dos escores extremos, seja superior ou inferior, são indesejáveis em qualquer escala e em qualquer espécie animal avaliada.
Segundo o estudo, independentemente da espécie ruminante, a utilização racional dos dados obtidos no ECC do rebanho é altamente eficaz para o incremento das eficiências produtiva e reprodutiva das matrizes. Para ler esta Circular Técnica da Embrapa Pecuária Sudeste, acesso o arquivo em anexo.