Para a eficiência no controle de ectoparasitos na criação de caprinos e ovinos, o controle de ectoparasitos deve ser bem empregado para os parasitos mais prevalentes. Os piolhos sugadores, quando não são diagnosticados nos caprinos, podem levá-los à morte ou diminuição da produção de leite e carne, além da perda de peso e debilidade orgânica. Já nos ovinos lanados, o controle dos ectoparasitas são feitos no momento da tosquia, por meio de banhos com soluções ectoparasiticidas.
A Embrapa Caprinos e Ovinos recomenda aos produtores que examinem os animais cuidadosamente antes da compra, no retorno de exposições e no momento de cada vermifugação. Segundo os pesquisadores, como medida de prevenção, deve-se adotar tratamentos com piretróides em soluções aplicadas no dorso do animal, ou pulverização de todo o rebanho com soluções ectoparasiticidas, repetida três vezes, obrigatoriamente, após o intervalo de 7 a 10 dias.
Quanto aos helmintos gastrintestinais, que provocam infecções em ruminantes, o controle destes parasitos é feito através de anti-helmínticos. Porém, esta prática não é tão eficaz devido ao frequente surgimento de populações de parasitos resistentes. Como medida de manejo preventivo, estudos epidemiológicos regionais auxiliam o conhecimento da dinâmica populacional dos parasitos, no hospedeiro e no meio ambiente. Este controle estratégico visa racionar o uso de anti-helmínticos em épocas menos favoráveis à sobrevivência das larvas e ovos no ambiente, assim como menos índices de infecções dos animais em dias chuvosos.
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