Há poucos meses no Brasil, as inovações da Cosmoagro na área de fertilizantes foliares em pó oferecem uma série de valores agregados, como a margem de solubilidade perto de 100%. Gerente comercial da empresa, Marcelo Martinelli relata que os produtos quelatados protegem as moléculas dos nutrientes do solo e contribuem para eficiência das aplicações nas lavouras de milho, soja e outras culturas.
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— A grande diferença entre trabalhar com um quelato e um sulfato comum é a absorção. Com os nossos produtos atingimos uma absorção quase total. Um quelato de manganês quando aplicado na planta é muito eficaz e a translocação se torna muito mais fácil com as moléculas protegidas. Mesmo que caia no solo sempre será absorvido pela planta sem permanecer retido na argila. Já, os sulfatos comuns apresentam níveis a absorção muito variados — compara.
Os produtos oferecem praticidade de manejo e economia e os custos por hectare são bastante competitivos. Comparado ao manganês comum, dois litros equivalem a uma faixa entre 300 e 500 gramas em sal. Porém, a falta de observações bem conduzidas com relação ao PH e à dureza de água pode comprometer o desempenho das substâncias.
De acordo com ele, boa parte da linha completa do material, que vem obtendo resultados de campo fantásticos está em fase de registro para comercialização no país.
— Já estamos trabalhando com balanço de micronutrientes essenciais para milho, feijão ou soja. Dispomos de EBTA de cálcio, cobre, ferro, magnésio, manganês e zinco. E em breve estaremos atuando com fertilização foliar de macronutrientes mais concentrada com NPK para soja — conta ele.