Desde 1978, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) – desde que era Emcapa - tem desenvolvido estudos em citricultura, nas suas fazendas experimentais e também com pesquisas e ações de assistência técnica e extensão rural conduzidas em propriedades familiares.
Os pesquisadores publicaram mais um documento para orientar sobre os procedimentos adequados no caso da ocorrência do Ácaro da Leprose dos Citros e sobre a transmissão da doença. No material estão descritos as causas e sintomas da Leprose e as estratégias para manejo fitossanitário dos pomares.
A utilização de mudas formadas nos 28 viveiros cítricos registrados, que multiplicam materiais genéticos recomendados pela pesquisa estadual, oferecem aos produtores rurais garantias de sanidade vegetal ao pomar. Contudo, a introdução de mudas de outras regiões ainda é um hábito que compromete a atividade no Estado, na medida em que possibilita a introdução de pragas e doenças de grande impacto econômico nos custos de produção, como é caso do Ácaro da Leprose dos Citros.
A primeira ocorrência do Ácaro da Leprose foi constatada pelo Incaper em 1986, num pomar de laranja bahia, na Fazenda Porto Canoa, na estrada que liga a Sede do município de Viana à atual Fazenda Experimental Reginaldo Conde.
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