Germinação e Sanidade de Sementes de Ipê-amarelo (Tabebuia serratifolia), após Submissão a Diferentes Tratamentos

As plantas bioativas, juntamente com o controle biológico, podem ser utilizadas como controle alternativo de doenças fúngicas, visando assim, diminuir o impacto ambiental dos fungicidas químicos

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As plantas bioativas, juntamente com o controle biológico, podem ser utilizadas como controle alternativo de doenças fúngicas, visando assim, diminuir o impacto ambiental dos fungicidas químicos. O trabalho constitui-se de um teste dos efeitos de extrato de alho, boldo (Plectranthus barbatus) e controle biológico sobre as propriedades fisiológicas e sanitárias de sementes de ipê amarelo. O teste de germinação e sanidade foram realizadas pelo método do “blotter test”. A geminação foi avaliada 7 e 14 dias após a instalação do teste e a avaliação fitossanitária foi realizada aos 7 dias. Dentre os tratamentos testados, o extrato de alho não interferiu no percentual germinativo (53,6), e inibiu o desenvolvimento de fungos potencialmente patogênicos, como Alternaria sp. (8,5%), e Fusarium sp. (3%). O extrato de boldo, embora tenha atuado na diminuição da população fúngica, reduziu para 21,7% a germinação das sementes de ipê amarelo. Os maiores índices de Alternaria spp.(51,2%) foram contabilizados no tratamento com Trichoderma sp., conseqüentemente o índice de sementes mortas foi máximo (48,65%).