A Embrapa Agroenergia e a Embrapa Cerrado estudam a palmeira macaúba, cujo o nome cientifico é Acrocomia aculeata, como alternativa para a produção do biodisel. A espécie é nativa das Florestas Tropicais e pode ser encontrada desde o Pará até São Paulo. Essa fonte de energia será importante para o país, principalmente, por ser uma fonte não poluente.
A macaúba apressenta mais vantagens que a soja, pois produz de três a cinco mil litros de óleo por hectare, enquanto a soja produz de 700 a 800 litros. Além disso, o seu processo de extração é simples, através de moagem e prensagem dos frutos. Após a extração do óleo, sobra a torta que pode ser utilizada na produção de alimentação animal e humana e também na adubação orgânica sem apresentar problemas com toxidez.
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"A macaúba como |
Segundo o pesquisador Leonardo Bhering, responsável pelo estudo de mapeamento de macrorregiões de ocorrência de macaúba nos estados de Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal, a incidência da planta no território nacional facilita a pesquisa. Ainda de acordo com o pesquisador, estudos de arranjos produtivos locais estão sendo feitos para garantir uma exploração sustentável.
Os produtores rurais serão fundamentais para a execução desse projeto, por que será nas terras deles que parte do processo será executado, como o plantio e o esmagamento dos frutos. E serão eles que levarão o oléo vegetal para a usina de biodisel. Bhering disse ainda que a cooperativa de Montes Claros, em Minas Gerais , é um exemplo de como deve funcionar a produção do biodisel no país.
O estudo está em fase de levantamento e será determinante para a implementação das usinas.
