Manejo de pastagens, utilização de fertilizantes e corretivos

Pesquisa avaliou a utilização de fertilizantes e de corretivos, bem como as práticas de manejo de pastagens

Rosália Silva
Manejo

As respostas de grupo de 232 pecuaristas e profissionais da extensão rural serviram de base para um diagnóstico da Embrapa Pecuária Sudeste. O trabalho avaliou a utilização de fertilizantes e de corretivos, bem como as práticas de manejo de pastagens.

Os pesquisadores chegaram a resultados que mostram a necessidade de orientar sobre a interpretação dos resultados de análises de solo e o uso racional de fertilizantes e corretivos na pecuária, com o objetivo de aumentar a produtividade (carne e leite) e de reduzir os custos de produção e os impactos ambientais negativos.

O questionário foi aplicado entre novembro de 2005 e novembro de 2006, entre participantes de visitas técnicas, de cursos ou de dias de campo em sistemas intensivos de produção de leite e de carne baseados no uso de pastagens, na Embrapa de São Carlos (SP).
 
Apesar dos conhecimentos existentes, o Brasil ainda apresenta baixas taxas de aplicação de fertilizantes, em torno de 5 a 6 quilogramas por hectare por ano. Esses solos de baixa fertilidade e sem correção ou fertilizantes junto a outros fatores contribuem para que a pecuária bovina brasileira, na maior parte extensiva e extrativista, apresente baixos índices produtivos.

Outro ponto a ser considerado, de acordo com as respostas, é a revisão dos conhecimentos existentes sobre a adubação de forrageiras, buscando a elaboração de tabelas de adubação apropriadas. Além do estabelecimento de faixas de teores adequados dos nutrientes no solo (e nas folhas) para as principais forrageiras tropicais manejadas intensivamente. Para saber mais sobre a discussão desses resultados, faça o download do arquivo em anexo.