O Minas Láctea 2015, evento referência em difusão de tecnologias sobre leite e derivados e na apresentação de novos produtos, equipamentos e maquinário, teve início nesta terça-feira, 14, no Expominas Juiz de Fora.
Durante a solenidade de abertura, lideranças regionais e do agronegócio enfatizaram a importância da cadeia produtiva de leite e derivados para a economia de Minas Gerais. "O Estado é o maior produtor nacional de leite, concentrando 27% da produção brasileira e impactando, positivamente, nos PIB regional e nacional. Nosso foco agora, EPAMIG e parceiros, é investir na qualidade e inovação do leite e dos produtos lácteos mineiros", afirmou o presidente da EPAMIG, Rui Verneque.
A história e a contribuição do Instituto de Laticínios Cândido Tostes para setor também foram destacadas durante a solenidade. A instituição, que completou 80 anos no último mês de maio e é tradicional na formação de técnicos, foi homenageada com o lançamento da revista Informe Agropecuário "Pesquisa e tecnologia em leite e derivados: 80 anos do Instituto de Laticínios Cândido Tostes", que foi distribuído às autoridades convidadas.
A solenidade teve a participação do secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Kléber Villela; do prefeito de Juiz de Fora, Bruno Siqueira, do diretor-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins, dentre outras autoridades.
Congresso Nacional de Laticínios
As atividades do Minas Láctea 2015 tiveram início nessa terça-feira, 14, com a participação de profissionais do segmento laticinista, pesquisadores, professores e estudantes de universidades e de cursos técnicos. Em dez palestras, seis minicursos, quatro comunicados técnicos, 111 pôsteres, renomados especialistas do segmento debatem novas tecnologias e alternativas sobre o tema central "A indústria de laticínios do Brasil em tempos de crise: desafios e perspectivas".
O presidente da EPAMIG, Rui Verneque, deu as boas vindas aos participantes do 30º Congresso Nacional de Laticínios, destacando a importância do elo entre a geração do conhecimento e o produtor. "O agronegócio brasileiro é o sustentáculo da economia do país. Mais de 70% desse sucesso provém do uso da tecnologia, e aqui no Instituto de Laticínios Cândido Tostes, os congressistas estão no lugar certo para buscar esse conhecimento e aplicá-lo em toda a cadeia do leite", destacou.