Novas tecnologias ajudam nas estratégias de defesa agropecuária

Encontro colocou novamente em pauta a importância da defesa agropecuária em Minas e no Brasil para a geração de novos negócios internacionais

Superagro Imprensa
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Dentro do ciclo de debates da II Conferência Nacional sobre Defesa Agropecuária, realizada na Superagro, o professor e secretário adjunto da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes-MG), Evaldo Vilela, ministrou palestra sobre Inovação Tecnológica. O encontro, que ocorreu hoje, colocou novamente em pauta a importância da defesa agropecuária em Minas e no Brasil para a geração de novos negócios internacionais e amadurecimento da credibilidade do setor.

A palestra, que reuniu diversos empresários do ramo e especialistas no assunto, foi mais uma oportunidade para reafirmar a defesa agropecuária como ferramenta de inserção e expansão do agronegócio regional no mundo. “Este tema deve estar mais na universidade, aliado à transferência de tecnologia, que já é tão boa no nosso país na área agronômica. Agora, temos que usar essa inovação tecnológica para a defesa e, assim, torna-se fundamental também o uso no setor privado”, disse Vilela, graduado em agronomia, e ex-reitor da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

Segundo ele, todos estes atores do processo (faculdade, empresas, profissionais) devem se integrar de forma a aumentar a atuação no sistema de defesa agropecuária no Brasil. “Temos uma grande potencialidade no setor e, para melhorarmos ainda mais, devemos nos proteger. O desafio, portanto, é trabalharmos juntos para darmos continuidade aos recursos para a defesa, já que todos sabem do potencial que temos na área”, completou.

Para José Walter da Silva Júnior, da Ouro Fino Agronegócio, uma das cinco maiores empresas do ramo no país, a defesa agropecuária já é imprescindível para a expansão do segmento. “Para ganharmos novos mercados, precisamos alcançar credibilidade. Para levarmos o alimento produzido aqui para fora, devemos intensificar o crescimento na defesa. E isso vem com inovação tecnológica”, disse.

No seu discurso, o empresário e também médico-veterinário, ilustrou o que vai representar a melhoria da prática de defesa. “Por enquanto, podemos dizer que somos graduados. Agora, precisamos nos pós-graduar para atingirmos a igualdade internacional no setor agropecuário”, completou.