Atividade agrícola muito especializada no Brasil, o comércio de sementes de pastagem movimenta aproximadamente R$ 500 milhões por ano. O País é detentor de técnicas modernas, grande consumidor do produto e também o maior produtor e exportador, abastecendo 28 países nas regiões tropicais do mundo. Oferecido nos próximos dias 15 e 16 de julho, na sede da Embrapa Pecuária Sudeste, em São Paulo, o IV Curso Sobre Produção e Tecnologia de Sementes de Forrageiras Tropicais abordará novidades de manejo para controle de ervas daninhas, preparo de solo e escolha de área.
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Informações fundamentais sobre biologia da produção, colheita, armazenamento, beneficiamento e embalagem de semente compõem o conteúdo da programação, que abrange todos os aspectos relativos à formação e manutenção do capim de qualidade superior nos pastos. O pesquisador Francisco Dubbern de Souza, que vai dar uma palestra no evento, enfatiza a importância de determinadas decisões, como a escolha da água e do método de colheita, antes mesmo da implantação do material no campo.
— Essa é uma cultura que exige especialização tecnológica, cuidados especiais e antecipação de algumas decisões. Além disso, há uma diversidade muito grande de opções. Para cada região, clima e situação de uso existe uma espécie que se adapta melhor. Entre muitas outras, temos pastagem para produzir leite, desmame de bezerro, engorda de boi e vaca de cria. Alternativas adequadas para condições climáticas de alta e baixa produtividade e terrenos de estrutura argilosa, arenosa e mista. Cada situação deve ser sempre avaliada individualmente — explica o agrônomo.