Ao observarem uma significativa evolução na taxa de parição com o uso do efeito macho, em um período de oito anos, alguns pesquisadores defendem a necessidade da experiência das fêmeas com o método. Após o isolamento dos machos, há o processo de ovulação com a reintrodução deles no rebanho onde ocorre, em ambos os sexos, uma descarga de LH - hormônio luteinizante responsável pela ovulação.
A resposta da fêmea se dá através dos sinais olfativos liberados pelos ferormônios produzidos pelos machos em associação com estímulos comportamentais gerados durante a atividade de cortejo. Porém, contrariamente às fêmeas com experiência sexual, estudos indicam que o odor do macho não ativou a secreção de LH em ovelhas sem experiência sexual e que nunca tiveram contato com um macho.
Depois da introdução do macho, outra comprovação feita por estudos mostra que as fêmeas caprinas apresentaram ciclos curtos (de cinco a seis dias de duração). Já nas ovinas, além de ciclos curtos, percebeu-se que existe a possibilidade da fêmea ovular sem estro. Neste caso, o ideal é não cobrir ou inseminar as cabras nos sete primeiros dias após a introdução dos machos. Para as ovelhas, é recomendável durante os primeiros 20 dias, permitindo que todas as fêmeas apresentem o estro pela primeira ou segunda vez.