Apesar de ser o segundo elemento mais absorvido pelas plantas, o potássio é ofertado em pequenas quantidades nos solos do Mato Grosso do Sul e nos demais estados da região central do Brasil. Geralmente, as reservas minerais desse nutriente são insuficientes para suprir as extrações em cultivos sucessivos, o que pode gerar deficiências visuais nas plantas. Uma ferramenta que deve ser utilizada pelo produtor para solucionar esse problema é a adubação potássica.
Tomada de decisão
Antes de aplicar o potássio, é importante ter em mãos os resultados de análise de solo das últimas três safras e o histórico da área, pois, é a partir desses dados, que se pode tomar uma decisão segura. A disponibilidade de potássio do solo pode ser analisada através do teor do nutriente obtido pelo extrator Mehlich-1. A interpretação do potássio por esse método depende do teor de argila da área. Segundo artigo publicado pela Fundação MS, para cada classe de teores de argila, quando os teores de potássio extraído por Mehlich-1 se encontrarem a partir do limite superior da classe de teores médios existe uma menor probabilidade de resposta à adubação potássica. A interpretação da análise de solo para potássio, de acordo com o teor de argila, pode ser consultada na tabela abaixo.
Interpretação da análise de solo para potássio extraído por Mehlich-1, conforme o teor de argila.
Definição da dose
A dose a ser aplicada varia de acordo com os níveis de potássio encontrados na análise de solo. Ela pode ser definida conforme as indicações da tabela abaixo.
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