O tomate é uma cultura que sofre com várias doenças, sendo as principais a requeima, a pinta-preta e o mofo-branco. A requeima ataca os frutos, mas gera um problema, principalmente na parte foliar, diminuindo a taxa fotossintética da planta e reduzindo a produção de energia. A melhor maneira de controlar estas doenças é através do manejo preventivo, que envolve uma série de medidas. O administrador técnico de vendas Wellington Davi Ramos, da Ihara, diz que a proposta da empresa é aplicar produtos químicos desde o início do cultivo para proteger o tomateiro e impedir que os patógenos entrem na plantação.
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De acordo com Ramosm, o conceito da Ihara é o de construção de plantas, em que o objetivo é proteger as folhas desde o início e, por isso, os agrotóxicos devem ser utilizados toda semana na plantação.
— Essas doenças geram um dano muito grande nas folhas, diminuindo a taxa fotossintética. Se não tem folha, não tem produção de energia e sem energia não tem formação de frutos. O controle é feito de forma bem preventiva, para que elas não entrem nas lavouras, porque elas podem causar sérios danos e o controle vai diminuindo a eficácia à medida em que passa para o curativo. O conceito da construção de plantas é sempre trabalhar com a prevenção, só que com produtos que tenham o residual maior. Este produto adere muito bem à folha, mesmo após irrigação ou chuva a gente sempre vai ter o produto proporcionando residual maior. À medida em que as plantas crescem, elas vão estar descobertas, então a gente repete as aplicações para ter a cobertura — explica.
A empresa está lançando um novo produto chamado Completo, que é específico para requeima e se encaixa no conceito de construção de plantas defendido por Ramos. Ele explica que, durante o inverno, as aplicações devem ser feitas com intervalo de sete dias. No ciclo do tomate de 120 dias, seriam feitas cerca de 12 aplicações.