Raça Girolando ganha sistema moderno de identificação e abole marcação a fogo

O registro genealógico da raça Girolando passará a contar com um novo e moderno sistema para identificar os animais registrados; a marcação a fogo do número do Registro Genealógico de Nascimento (RGN) na perna do bovino será abolida

Associação Brasileiras dos Criadores de Girolando
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O registro genealógico da raça Girolando passará a contar com um novo e moderno sistema para identificar os animais registrados pela Associação Brasileira dos Criadores de Girolando. A marcação a fogo do número do Registro Genealógico de Nascimento (RGN) na perna do bovino será abolida.  Os exemplares passarão a usar na orelha um brinco de identificação, que conterá a Série Única do criador e a Numeração Particular do rebanho. Essa fase será implantada de forma gradual a partir de setembro em todo o país.

A troca da marcação a fogo pelo brinco é uma das etapas de implantação do Sistema de Identificação Unificado (SIU) que a Girolando vem realizando este ano. O método permitirá maior segurança e eficiência no armazenamento de informações dos registros efetuados pela Girolando, cujo banco de dados contém mais de um milhão de registros genealógicos. “Nesta etapa inicial, ao visitarem os rebanhos, os técnicos efetuarão os controles ou registros de nascimento dos animais e ficarão encarregados de passar todas as informações sobre o novo sistema aos criadores, explicando a forma correta de aplicar o brinco e como realizar as futuras solicitações”, informa o superintendente técnico da Girolando, Leandro Paiva.   Segundo ele, os associados não terão qualquer custo com o uso do novo sistema já que o equipamento será fornecido pela associação.

Os brincos deverão ser aplicados pelos criadores nos animais cujos nascimentos foram informados à Girolando, sempre obedecendo a sequência numérica atual do rebanho (RGN atual). Vale ressaltar que, após a implantação dos brincos, apenas a marcação do “G Baldinho”, símbolo da Girolando, na face direita do animal, será mantida. A marcação a fogo na perna será substituída pela fotografia do bovino, o que ocorrerá na última fase da implantação do SIU. “É de fundamental importância que os criadores tenham a Série Única cadastrada na entidade, pois, sem ela, não será possível inserir o SIU nos rebanhos”, esclarece Paiva. Os criadores que ainda não realizaram o cadastro da Série única devem entrar em contato com a Superintendência Técnica da associação.