Nesta terça-feira, dia 3, o Fórum Políticas Públicas e Soluções Tecnológicas para a Agricultura Familiar Fluminense, realizado na Embrapa Agrobiologia, em Seropédica, RJ, discutiu o contexto do serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) junto à Agricultura Familiar (AF) no Rio de Janeiro.
De acordo com a chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da unidade, Maria Elizabeth Fernandes Correia, um dos principais objetivos do evento é começar a articular a criação de uma agenda que estimule a transferência de tecnologias e ainda paute pesquisas a partir de demandas dos próprios produtores. A estratégia é necessária para o desenvolvimento de um novo modelo para a agricultura fluminense, conforme salientou a chefe de Transferência e Tecnologia, Ana Cristina Garofolo.
O evento reuniu representantes de secretarias de Agricultura e Meio Ambiente do Estado, agentes de ATER, pesquisadores, membros de comitês de bacias, associações e cooperativas de agricultores.
Uma mesa redonda sobre políticas públicas para a AF teve a moderação de Décio Tubbs Filho, diretor-geral do Comitê Guandu e contou com a presença de Cássio Trovatto, da secretaria de AF do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), do professor Marcelo Duncan Alencar Guimarães, da área de Pesquisa em Desenvolvimento Rural e Territorial da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e César Da Ros, Pró-Reitor de Assuntos Estudantis na UFRRJ.
Na segunda metade do Fórum, palestras técnicas dos pesquisadores da Embrapa Agrobiologia deram uma visão geral das diferentes frentes de trabalho desenvolvidas pela unidade. Fizeram apresentações José Antonio Espíndola, da área de Agricultura Orgânica, Luiz Moraes, especialista em Sistemas de Produção Sustentáveis e Recuperação de Áreas Degradadas, e Segundo Urquiaga, pesquisador em Química do solo.