Rotação de culturas evita surgimento de ervas daninhas

Bayer oferece três produtos de controle químico para serem usados em plantas diferentes, no sistema de diversificação de cultivos

Juliana Royo
Manejo

As plantas daninhas sempre causaram problemas para os agricultores e foram combatidas com herbicidas ou agrotóxicos. Só que muitas são resistentes às inúmeras tentativas de controle e continuam se multiplicando nas plantações. Para tentar quebrar essa resistência, a Bayer oferece um programa de manejo integrado, com controle químico e rotação de culturas.

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— Durante anos os produtores utilizam alguns produtos para controle, mas que não são totalmente eficazes. Acaba sobrando uma ou outra planta daninha que se multiplica. São plantas já resistentes aos mecanismos de ação como o EPSPS e os inibidores de ALS. Uma das formas de manejo para quebrar essa resistência e evitar o surgimento de outras é a rotação de mecanismos de ação. Para o agricultor evitar as ervas daninhas, é interessante fazer a rotação de culturas e plantar ora trigo, ora soja, ora milho, ora aveia — ensina o engenheiro agrônomo Leonar Trombini, da Bayer.

O programa de manejo da Bayer tem três produtos: o Hussar (para trigo), o Finale (soja ou milho) e o Soberan (para milho). O Hussar é o primeiro herbicida que deve ser usado durante o inverno, que é a época da germinação das plantas de bulva nos campos. Segundo a empresa, ele também deixa um excelente residual, facilitando o manejo da pós-colheita de trigo. Na segunda etapa, o produtor deve usar um dessecante (o Finale) para fazer a semeadura da soja. Por último, deve ser plantado o milho, com a aplicação do herbicida Soberan.

Dos três produtos, só o Soberan é novidade no mercado, lançado em 2008. O Finale e o Hussar já existem há dois ou três anos. Mas Trombini explica que o diferencial é a combinação do uso dos três herbicidas em conjunto e a rotação de culturas, fazendo o manejo integrado.