As pesquisas realizadas em municípios do estado de Mato Grosso do Sul pela Fundação MS sugerem que o produtor leve em consideração aspectos relevantes para a adubação do milho safrinha, tais como:
- Utilizar preferencialmente de fórmulas completas (NPK);
- Dar preferência para fórmulas com maior conteúdo de nitrogênio, a exemplo do 12-15-15;
- Substituir o nitrogênio em cobertura por uma maior dose de fertilizante NPK no sulco de plantio;
- Utilizar aplicação foliar de molibdênio nas áreas de maior potencial, com plantio no início da época recomendada.
Como forma de auxílio, a Fundação MS disponibiliza dicas que levam em consideração o momento exato para realizar a adubação do milho safrinha:
Quando utilizar uma boa adubação no milho safrinha?
- Semeadura no mês de fevereiro ou até 10 de março, com boas condições hídricas;
- Ao se utilizar um híbrido de alto potencial produtivo;
- Solo de média ou boa fertilidade e sem problemas de invasoras;
- Boas perspectivas de preço e clima.
Quando utilizar uma média adubação no milho safrinha?
- Semeadura no período de 01 a 15 de março;
- Ao se utilizar um híbrido de bom potencial produtivo;
- Solo de boa fertilidade e sem problemas de invasoras;
- Perspectivas razoáveis de preço e de clima.
Quando utilizar uma baixa adubação no milho safrinha?
- Semeadura no limite do período recomendado;
- Ao se utilizar um híbrido de menor potencial produtivo;
- Solo de boa fertilidade e sem problemas de invasoras;
- Perspectivas não muito boas de preços e de clima;
- Sério problema de crédito (Falta de recursos financeiros).
Como a exportação provavelmente será maior que a reposição de nutrientes pela adubação de manutenção, a Fundação MS sugere que o produtor adube a soja após a colheita do milho com uma dose maior de fertilizante para não empobrecer o solo.