Nos municípios de Aral Moreira, Maracaju e São Gabriel do Oeste foram realizados estudos para testar a eficácia da aplicação foliar de fungicidas químicos na cultura do milho. Foi usada como adubação padrão, 300 quilos da fórmula 8-20-20 por hectare e o controle de plantas invasoras realizado de acordo com o recomendado.
Utilizou-se a colheita manual, coletando-se espigas em duas linhas centrais de cinco metros, com cinco repetições. Nos ensaios, observou-se a presença de helmintosporiose, ferrugem comum, mancha-branca (somente em alguns híbridos) e cercosporiose do milho - a predominante.
Para conhecer e determinar a melhor época de aplicação - estágio fenológico V8 ou pré-pendoamento – e avaliar a eficácia de fungicidas usados no controle de doenças da cultura do milho, foram implantados três ensaios no Mato Grosso do Sul, sendo um em Aral Moreira e dois em Maracaju.
Em Aral Moreira, o plantio – em 3 de outubro – fez uso do híbrido penta em espaçamento de 0,45 metro. Nos dois experimentos instalados em Maracaju, utilizou-se os híbridos somma e AG 7088, com plantio no espaçamento de 0,80 metro, em 20 de outubro. No caso dos três ensaios, usou-se duas épocas de aplicação (V8 e pré-pendoamento) e três fungicidas, mais testemunha. Para a aplicação dos tratamentos usou-se equipamento costal de dióxido de carbono (gás carbônico) com pressão constante e barra de três metros com seis bicos leque duplo TJ 6011002 e diluição de 140 litros por hectare. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso em fatorial 2x3, mais testemunha, onde 2 refere-se às épocas de aplicação e 3 aos fungicidas usados e testemunha - parcelas sem aplicação. Confira na tabela.
Leia a matéria sobre os resultados e a discussão da pesquisa
Aplicação Foliar de Fungicidas Químicos na Cultura do Milho
Resultados dos testes da aplicação foliar de fungicidas químicos no milho
Resultados dos métodos comparativos do desempenho de híbridos no milho