A Faculdade Anhanguera de Dourados (MS) realizou um estudo para avaliar o efeito de tratamentos de sementes de milho com bioestimulantes e micronutrientes na massa de mil grãos e produtividade. O estudo foi realizado na Fazenda Escola pertencente à Faculdade, localizada no município de Dourados, em Latossolo Vermelho Distroférrico, sob plantio convencional de preparo do solo.
O delineamento experimental foi de blocos casualizados com 6 repetições. As sementes foram tratadas com 3 produtos comerciais distintos nas doses recomendadas pelo fabricante. Os produtos são TA, aminoácidos + micronutrientes; TH, produto à base de algas marinhas; e TM, micronutrientes.
Além dos tratamentos testados, as sementes de milho foram tratadas com Imidacloprido + Tiodicarbe na dose de 250 mililitros do produto comercial para 60 mil sementes, visando o controle das pragas iniciais que atacam as sementes, as raízes e as plântulas de milho.
Foi feito ainda um tratamento testemunha sem o uso de bioestimulantes e micronutrientes. O plantio do milho segunda safra foi realizado em 21 de Março de 2007, sob cultivo irrigado, utilizando o híbrido DKB 615, com espaçamento entre linhas de 90 centímetros.
As parcelas foram constituídas por nove linhas de milho com 10 metros de comprimento. Na adubação de plantio, foram utilizados 270 quilos por hectare da fórmula 4-20-20 de NPK.Foram aplicados ainda 222 quilos por hectare de ureia em cobertura.
Como resultado, o uso de bioestimulantes e micronutrientes estudados no tratamento de sementes não proporcionou incrementos na produtividade e massa de mil grãos do milho, com condições de umidade do solo e disponibilidade de nutrientes não limitantes.