Utilização de fontes e de doses de fósforo no desenvolvimento da planta de milho

A Unesp, Campus Jaboticabal (SP), mediu o efeito de duas fontes de P (MAP - fosfato monoamônico e SS - superfosfato simples) e das doses (27 e 54 quilos de P2O5 por hectare) no desenvolvimento do milho

Redação
Adubação

Um trabalho da Unesp, Campus Jaboticabal (SP), constatou diferença entre o efeito de fontes de fósforo (MAP - fosfato monoamônico e SS - superfosfato simples) e doses (27 e 54 quilos de P2O5 por hectare), em um solo adequadamente suprido com este nutriente.

Os maiores valores de alocação de matéria seca para os grãos foram obtidos com a fonte MAP e a dose 54 quilos por hectare. Verificou-se ainda que quanto maiores as quantidades de fósforo prontamente disponibilizadas para as plantas, maior o incremento de alocação de matéria seca para os grãos.O experimento foi realizado na Fazenda de Ensino e Pesquisa da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal, durante a safra 2007/2008, em Latossolo Vermelho eutrófico, textura argilosa. 

O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados, com quatro repetições. Houve ainda uma parcela testemunha, sem aplicação de fósforo. Cada parcela foi representada por oito linhas, com 6,0 metros de comprimento. O material de milho utilizado foi o Dekalb 390. O espaçamento entre as linhas utilizado foi de 90 centímetros e população final de 70 mil plantas por hectare. A adubação mineral de semeadura constou da aplicação no sulco de 30-0-60 quilos por hectare de nitrogênio, P2O5 e K2O, respectivamente.

Nos tratamentos experimentais com MAP foi associado o gesso, como fonte de cálcio e de exofre; e, no SS, o nitrato de amônio.