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     28/02/2020            
 
 
    

O agronegócio é uma das atividades econômicas mais representativas em todo o país. Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da USP, o setor é responsável por quase um quarto do PIB brasileiro. Os números continuam expressivos quando migramos para o estado de São Paulo que, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), representa 14% do PIB Estadual e 20% do PIB do agronegócio do Brasil.

O plantio de hortaliças é um dos braços do agronegócio paulista. O estado de São Paulo abriga umas das principais regiões produtoras e fornecedoras desses alimentos para outras cidades, dentro e fora do estado, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, entre outros. O plantio e distribuição de hortifrútis oriundos do estado de São Paulo oferece produtos de qualidade e preços competitivos. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) em março do ano passado, a agricultura gerou mais 1.350 novos postos de trabalho no estado. Os produtores de hortaliças é o ramo de atividade que mais emprega por hectare no estado de São Paulo, enquanto geram empregos de três a seis pessoas por ha, na cana-de-açúcar é de 0,5 a 1,0 por ha. Na Associação dos Produtores e Distribuidores de Hortifrútis do Estado de São Paulo (Aphortesp) geramos mais de dois mil empregos diretos e quatro mil indiretos.

Atualmente, mais de 10 milhões de folhosas são produzidas mensalmente pelos associados da Aphortesp, sendo que 40% somente alface entre crespa, lisa e americana. A produção anual de alface no Estado de São Paulo também surpreende. De acordo com o Instituto de Economia Agrícola, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, em 2010 foram produzidos quase seis milhões de pés de alface e em 2013 chegou a mais de 14 milhões, com aumento crescente a cada ano.

Mesmo representando grande parcela na economia paulista o segmento sofre muitas dificuldades, desde climáticas até econômicas, como a ausência de incentivos para investimento em tecnologia no campo. Desde o final do segundo semestre de 2014, principalmente na questão da crise hídrica, a Associação vem se posicionando quanto aos entraves do setor, mas estamos otimistas – no que tange aos números do setor para os próximos meses. Estamos preparados para o período de alta venda de hortaliças, que é no verão. No mês de novembro de 2014, por exemplo, foram vendidos mais de 143 mil unidades de hortaliças por um dos associados. Temos a expectativa que em 2015 aumente o consumo, tanto no verão como no inverno. A associação não medirá esforços para disseminar a importância desse segmento para o governo para atingirmos a nossa meta, e principalmente queremos disseminar boas práticas agrícolas nas lavouras garantindo que o produto chegue com qualidade para os consumidores.

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