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Tecnologia    
Mapa promoverá congresso sobre agricultura de precisão em 2016
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Mapa
04/12/2015
 
Um conjunto de ferramentas e tecnologias que possibilita ao produtor conhecer toda a área para cultivo de maneira mais completa e que pode ajudar a aumentar o rendimento em até 67%. Essa é a denominada agricultura de precisão (AP). O chefe de mecanização e aviação agrícola do Mapa, Luís Gustavo Pacheco, explica como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) utiliza da AP para o benefício da agricultura brasileira.
 
Segundo ele, a AP compõe um sistema de gerenciamento agrícola baseado na variabilidade espacial e temporal da unidade produtiva e permite uma exploração mais racional dos sistemas produtivos, levando à otimização do uso dos insumos, ao aumento da lucratividade e da sustentabilidade e à minimização dos impactos ambientais. No Brasil, a AP foi introduzida no início dos anos 90, por meio da utilização de máquinas agrícolas com receptores GNSS (Global Navigation Satelite System), computadores de bordo e sistemas que possibilitavam a geração de mapas de produtividade. Os estados que mais usam a AP atualmente são Goiás, Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul.
 
Qual é a importância da AP para o agronegócio brasileiro?
Luís Gustavo Pacheco –
Esse sistema permite a utilização de estratégias para resolver os problemas de desuniformidade nas lavouras. São práticas que podem ser desenvolvidas em diferentes níveis de complexidade e com finalidades distintas. Consequentemente, com esta tecnologia, torna-se possível a disponibilização de grande quantidade de dados específicos da cultura, que podem subsidiar a tomada de decisões e reduzir a incerteza do negócio.
 
Este é um diferencial importante para garantir a competitividade e sustentabilidade do agronegócio brasileiro, uma vez que estudos informam que a combinação destas tecnologias agrícolas pode aumentar o rendimento global das lavouras em até 67%.
 
Como a agricultura de precisão é utilizada na prática?
Pacheco –
A AP está sendo utilizada principalmente nas culturas de milho, soja, café, cana, feijão. Além disso, também é utilizada na fruticultura, na pecuária de precisão e na irrigação de precisão. No Brasil, as soluções existentes estão mais focadas na aplicação de fertilizantes e corretivos em taxa variável, porém não se pode esquecer que AP é um sistema de gestão que considera as lavouras em todos os seus aspectos: produtividade, solo (características físicas, químicas, compactação etc), infestação de ervas daninhas, doenças e pragas. Assim, quanto maior a quantidade de dados coletados, mais acertado será o diagnóstico sobre a variabilidade presente nas lavouras analisadas. Dessa forma, a AP permite ao pequeno, médio e grande produtor rural a gestão de sua propriedade, na utilização dos insumos, na hora certa, no local adequado e na quantidade correta, promovendo o aumento da produtividade e sustentabilidade.
 
O que o Mapa tem feito para desenvolver a AP?
Pacheco – Desde 2012, o Mapa conta com a Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão. Em novembro deste ano, a comissão se reuniu com representantes das empresas de máquinas, equipamentos, pesquisadores, representantes das cooperativas e dos produtores para debater a criação da Classificação Brasileira de Ocupação (CBO), isto é, a identificação das ocupações no mercado de trabalho, para profissionais da área de AP. A comissão começou a organizar o Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão para outubro de 2016. O evento será realizado com apoio oficial do Mapa. Outra ação importante que o Mapa está acompanhando é criação do Laboratório de Agricultura de Precisão da Embrapa.
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