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Das parreiras direto para a mesa
Com Programa Mais Qualidade, o teor de açúcar nas uvas produzidas pela região de Marialva devem ter grau de, no mínimo, 14 °Bx
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Breno Fonseca
13/12/2010

Dos 1500 viticultores da região de Marialva, 380 passaram a ter suporte e treinamentos através do Programa Mais Qualidade, da empresa Bayer CropScience. Tudo para garantir que a produção da cidade do Paraná esteja de acordo com a Lei da Uva Verde, decreto municipal 1.027/05 que estabelece o valor de 14 °Bx (graus Brix) como padrão mínimo para que o agricultor faça a colheita da uva e ofereça ao mercado frutos de qualidade.

O gerente de hortifruti da Bayer, Ademir Santini, explica que, em Marialva, ocorrem duas safras por ano. Durante o mês de dezembro está sendo realizada a colheita de verão. A estimativa para este ano é de 13 toneladas por cada um dos cerca de 1600 hectares de uva fina de mesa. Para garantir que toda essa produção atinja os teores de brix necessários, o agricultor deve utilizar um refratômetro para a medição na baga da uva.  

— As condições climáticas deste ano não foram muito favoráveis ao compararmos com a do ano passado. Porém, o nível dos frutos colhidos está acima da expectativa. A Bayer oferece aos produtores tecnologias de aplicação, informações do mercado, maneiras de conduzir a lavoura e o manejo dos principais problemas fitossanitários que afetam a cultura de uva — destaca Ademir Santini. 

Além da Bayer, a Cooperativa Agropecuária e Industrial (COCARI) também é parceira na assistência técnica aos cooperados e na oferta de insumos. A engenheira agrônoma da COCARI, Rosana Miranda de Castro, alerta os viticultores de que a época de colheita deve ser respeitada e que os cinco meses de cultivo podem ser encurtados. Cabe ao produtor analisar a maturação dos frutos. Além do mais, é preciso ficar atento às doenças que atacam as videiras.

— Entre os fungos recorrentes está o Míldio, que ataca folhas, ramos e cachos e tem sua propagação facilitada devido à alta umidade da nossa região. Dependendo das condições climáticas, a aplicação dos fungicidas tem que ser diária — aconselha Rosana, que conta que Marialva é conhecida como a capital da uva fina por contribuir com 50% na produção total do Estado do Paraná.

 

Clique aqui, ouça a íntegra da entrevista concedida com exclusividade ao Jornal Dia de Campo e saiba mais detalhes da tecnologia.
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José Luiz Hernandes
13/12/2010 16:41:16
Gostaria de saber da Ag. Rosana Miranda, quais foram os critÚrios utilizados para estabelecimento do padrÒo mÝnimo de 14¦Brix para a maturaþÒo das uvas. Me parece ainda muito baixo este parÔmetro quando se trata de uvas finas, como Itßlia e suas mutaþ§es.

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