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Kamila Pitombeira
18/03/2011
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Associado aos desfolhantes, o uso de maturadores vem crescendo dentro das plantações de algodão. Isso porque, as substâncias usadas em conjunto, promovem uma aumento da produtividade e da qualidade das plantas. “Maturadores e desfolhantes na cultura do algodão” é um dos temas que serão discutidos no 2º GVS TEC, dia 19 de março, na cidade de Cristalina, em Goiás. Segundo Nilvo Altmann, diretor técnico da Sigma Consultoria e da GVS, os maturadores são usados da mesma forma que os reguladores de crescimento.
– Os maturadores servem para apressar as fibras que estão na fase final de maturação. Com isso, o produtor reduz as perdas. Os desfolhantes, por sua vez, são utilizados para reduzir as impurezas, ou seja, as pimentas da pluma, através da aceleração da queda das folhas – diz o diretor.
Nilvo explica que, ao secar, as folhas acabam ficando retidas na planta, aumentando o número de impurezas. Os desfolhantes então têm a função de acelerar a queda das folhas, evitando assim, o acúmulo de impurezas e o aumento da qualidade das plumas. Ainda segundo Altmann, os maturadores promovem um ganho expressivo de produtividade.
– O produtor consegue abrir de duas a três maçãs a mais por planta. Isso já identifica um incremento significativo de produtividade. A máquina consegue colher mais algodão no campo, reduzindo o número de perdas – afirma.
Já em relação aos cuidados de manejo, Nilvo chama a atenção para temperaturas adequadas. No caso dos maturadores, dificilmente tem-se bons resultados quando a temperatura média da última semana é inferior a 22 graus. Já em temperaturas superiores a 22 graus, os produtores já podem contar com ganhos significativos, já que os maturadores e desfolhantes conseguem oferecer melhores condições de abertura das maçãs e queda das folhas. Mas é preciso ficar atento também à época certa para aplicação.
– A melhor época de aplicação é quando as plantas apresentam de 80 a 90 por cento de maturação fisiológica e em torno de 70 por cento de abertura das maçãs – orienta.
O diretor também cita o custo relativo aos produtos. De acordo com ele, esse número varia de propriedade para propriedade, mas, na maior parte dos casos, o benefício é superior ao custo. Altmann diz ainda que o produtor deve saber detectar os problemas que existem dentro da lavoura.
– Com o uso de desfolhantes em áreas onde existem invasoras resistentes a eles, muitas vezes é preciso agir com outros produtos. Nada melhor que buscar informação com o seu agrônomo, pois ele recomendará o melhor produto, a melhor solução e a melhor combinação de produtos para a sua área – explica.
Para mais informações sobre o assunto, basta entrar em contato com a Sigma através do número (61) 3601-1556.

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